domingo, 5 de maio de 2013

 

Paul McCartney em Belo Horizonte- maio de 2013



Meus amigos e amigas.,.


Nasci em 1958. Vivi um pouco a era dos Beathes, mas sem exagero. Porém ontem tive a certeza do que é ser fã de Paul McCartney e dos Beathes.

Vivenciei cada momento como um espetáculo grandioso, não apenas por causa das musicas que são contagiantes, mas por causa do publico.
Ficamos na fila desde as quatorze horas ate o momento de abrir os portões. Mas sem exagero, cansei só um tiquinho, pois conversar na fila é uma delicia. Partilhar salgadinhos é outra delicia.

E a surpresa maior foi ve-lo passar e dar thauzinho com a cabeça pra fora do carro pra gente que estava ali esperando na fila. Foi um momento único e emocionante.

Jovens de quatorze, quinze anos com a presença da família toda . De amigas e amigos que cantavam a maioria das musicas. Gritavam e choravam.

Uma alegria contagiante, pessoas lindas de todas as idades. As brincadeiras antes de começar com o publico fazendo ola , é um espetáculo a parte.

No show, o publico ligando as luzes do celular enquanto todas as luzes estavam apagadas. Foi outro momento fascinante!

O susto com os fogos de artifício lembrando muito , os fogos das nossas festas de ano Novo nas cidades onde estamos nesta época. É outro espetáculo a parte.

Ouvi-lo falar português e dizer uai e bão foram detalhes que mostram o porque de seu sucesso. Ele deseja mostrar que é da terra, com estes gestos simples e geniais.

Como aproveitei este show e todos os momentos, principalmente por estar com minha irmã que sempre me coloca em suas programações e com uma prima muito estimada.

Vou colar aqui o que li sobre o show. Achei interessante .

Este post eu ofereço ao meu amigo Daniel. Ele é fã incondicional dos Beathes e com ele revi muitas musicas esquecidas

Paul McCartney começou, na noite deste sábado (4), sua nova turnê mundial Out There!, com show no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte.

Apaixonado pelo Brasil, ele não decepcionou os fãs, que lotaram o estádio para ouvir grandes clássicos da carreira solo do músico e do quarteto de Liverpool.

Arriscando o português e até tentando falar com sotaque mineiro, Paul gritou: “Boa noite povo ‘bão’!”, e ganhou de cara o público. Em seguida tocou Eight Days a Week, sucesso dos Beatles e depois Let Me Roll It, revezando músicas da carreira solo com o trabalho da ex-banda.

O britânico cantou também 1985, Paperback Writer, Maybe I'm Amazed, muito bem recebida pelo público, e homenageou a mulher Nancy, presente ao show, com My Valentine

“Finalmente Paul vai falar uai”, disse o eterno beatle no início de sua apresentação no Mineirão, para uma plateia de mais de 50 mil pessoas que foram à loucura com o sonho realizado. Se apresentando pela primeira vez em Belo Horizonte, Paul McCartney subiu ao palco por volta das 21h30. Ele abriu o show com Eight Days a Week, dos Beatles

A infantil (no bom sentido) All together now, uma das canções mais divertidas de Yellow submarine, fez muita gente quase dançar de roda; Another day, do Wings, e Your mother should know, outra dos Beatles (esta de Magical mystery tour), foram ouvidas pela primeira vez no país (e olha que o de ontem foi o 13º show no Brasil). A canção Lovely Rita foi outra das premières com que Paul brindou os mineiros.



E houve o elevador, o atrativo mais anunciado da nova turnê. As canções são dois clássicos dos Beatles, já ouvidas zilhões de vezes, inclusive em sequência. Mas vê-lo sozinho, elevado na imensa estrutura colocada na porta frontal do palco, cantando Blackbird (“essa é uma canção dos anos 1960 feita para os direitos humanos) e Here today (“essa música é para meu amigo John”) mesmerizou um estádio inteiro. A conjunção de imagens (uma lua cheia num telão ao fundo, uma flor se abrindo na tela que vai se elevando junto à estrutura até virar um pássaro) só ajudou a render a plateia.



E ele, vale dizer, realmente falou uai. Não havia nem 15 minutos que Paul McCartney tinha pisado no palco do Mineirão quando o próprio disparou: “Finalmente, Paul vem falar uai”. Nem precisava, mas uma hora mais tarde ele disparou um “êta trem bão, sô”. Neófitos em Paul ao vivo se deslumbraram com a simpatia a toda prova. Falou muito português, dançou, fez graça. Parecia meio cansado, há aqueles que vão dizer. Mas fez um show com tudo o que um beatlemaníaco quer.



Algumas frases já foram ouvidas muitas vezes no português de sotaque carregado com que ele lê as “colas” no chão. “Esta noite vou tentar falar um pouco de português. Mas, como sempre, mais inglês”, tinha gente na plateia que repetia junto a ele. Do repertório clássico, também todas foram ouvidas: Hey Jude, Jet, Live and let die, Band on the run e All my loving, sempre acompanhadas de alguma gracinha e muito carisma.

Ainda que o show tenha começado morno – Paul vestia casaco azul-claro Roberto Carlos, logo tirado para dar lugar a uma camisa branca com detalhes em negro –, cresceu já na quinta música, Let me roll it, com seu sotaque blues, que ganhou boa resposta do público. Com a guitarra usada na gravação original, executou Paperback writer; ao piano dedicou My Valentine “a minha esposa belíssima, Nancy”. Mas foi com Maybe I’m amazed, “esta é para a Linda”, que fez o público cantar junto.



Num dos momentos delicados da noite, Paul chamou ao palco Cecília Cury, Priscila Brito, Luísa Matos e Camila Flores, que, segundo ele, contribuíram para sua vinda a Belo Horizonte. Criadoras da campanha Paul vem falar uai, elas ganharam autógrafo na barriga que deve virar tatuagem em breve. O movimento para trazer o show de Paul a Belo Horizonte surgiu depois da apresentação de Ringo Starr, em novembro de 2011.




quarta-feira, 24 de abril de 2013

 

Receita de SER Mãe

Nós sempre tivemos duas mães.
Diziamos para os amigos que tinhamos uma branca e outra negra.
A Mãe Tonha fazia os gostos de nossas colegas e de nossas amigas.
Fazia o almoço, o bife , a batatinha frita, o arroz, o feijão e a couve.
A nossa Mãe Maria Alice fazia os nossos gostos, também.
Nos ajudava nos deveres de casa, nos ajudava a ler em Frances para as provas no Colégio Santos Anjos.
A nossa Mãe Tonha nos levava ao cemitério e a Igreja  para vivenciarmos a nossa religião católica
A nossa Mamãe nos matriculou nas Igrejas católicas: Santos Anjos, Maristas e dos padres de Varginha. Nestes Colégios aprendemos a Participar da Missa e a ter devoções.
A nossa Mãe Tonha nos levava a passear nas Pracinhas, nos parques, nas roças e nos quintais de nossas casas.
A nossa Mamãe nos levava a passear também e nos mostrava  que meu brinquedos não era só nosso era das outras crianças também.
Ambas nos deram carinho, atenção, amor, respeito, senso de justiça e de distribuiçao de bens.
Ambas nos amam, como todas as mães da Terra
Ambas nos fizeram GENTE
Ambas participaram de todas as nossas atividades e sucessos: formaturas, vestibulares, e concursos.
Ambas viram os casamentos dos filhos e das filhas
Ambas viram o nascimento dos netos.
Ambas colocaram uma imagem de Santo Antônio de Pádua e de Nossa Senhora nos oratórios de suas casas para nos abençoar.
Ambas são Mães que souberam ser educadoras.
Mãe Tonha está nos abençoando no Céu.
Mamãe Maria Alice com 82 anos completados em 20 de abril.
MAMAE MARIA ALICE  CONTINUA NOS ABENÇOANDO NA TERRA.
Peço uma Ave Maria, ou um Pai Nosso para AMBAS.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

 

Piquenique na Praça

 Como é divertido apreciar um piquenique na Praça!
Observar cada detalhe e rever as lembranças de um outro piquenique em épocas anteriores.
O que tem nestas lancheiras?
Tem bolachas, frutas e quitandas.
Tem dinheiro pra ir na padaria comprar picolé.


E o olhar destas crianças?
Um olhar de espectativa do que vai acontecer.
Haverá outros passeios?
Claro que acontecerá.
Mas fica aqui a vontade de ter registrado com fotografia os antigos folguedos e quitandas feitas por nossas mães para levarmos nos piqueniques realizados nesta mesma Praça em outra época. Quando estavamos tambem na Pre escola.
E podem ter certeza que aconteceu em 1965.
Mas a satisfaçao de estar na praça é a mesma!
Tenham uma boa semana!
Continuo lendo e apareciando cada texto das minhas amigas e amigos inesqueciveis


segunda-feira, 18 de março de 2013

 

Uma rua em duas épocas diferentes

Rever  fotos antigas é a minha maior diversão.
Outro dia no face, colocaram esta foto da rua onde eu  morava  em Santo Antônio do Amparo.
Uma antiga e outra atual.
Eu fico imaginando!. Como é maravilhoso observar que o tempo passou. As pessoas se foram, ou estão bem velhinhas e as casas continuam ali. Modificadas, coloridas, com postes.
E as ruas? Sem asfalto, com paralelepipedo como eram. Ou então asfaltadas.
Uma cidade pequena, vive sua história hoje.
Mas nunca esquece o passado e as histórias contadas nas belas fotografias antigas.
Uma recordação que nos deixa cheias de saudades!
Ate mais!

sábado, 23 de fevereiro de 2013

 

Comadre Luzia( um pouquinho de história da mamae)


Comadre Luzia


Quando eu era criança não sabia quanta sabedoria uma pessoa simples analfabeta da roça sem viajar, era portadora de tanto saber. Comadre Luzia foi trabalhar com mamãe bem mocinha e só saiu da fazenda Guariroba quando se casou com Jose Avelino e voltaram logo depois do casamento. Um ano talvez para morarem na fazenda.

Mamãe  passou a te-la como ajudante , como já falei, bem novinha. Nesta época ela habilidosa fazia roupinhas para nossas bonecas E que lindas eram!Costurava com os fios dos panos usados para não gostar linha de carretel Zé Avelino e Luzia formavam um casal trabalhador! Comadre Luzia ajudava a mamãe em tudo. Cozinhava, gostava de plantar, e a horta de couve era de fazer inveja.
Mamãe escrevia para São Paulo. Me lembro do endereço. Dieberger, AGRO Pecuária pedindo as sementes que vinham logo e eram plantadas em um canteiros feitos de acordo com os moldes daquele tempo.Esterco de vaca misturada com terra . Um rego na terra onde corria água para aguar as plantas toda tarde.
Tinham muitos filhos: o Pedro Raimundo, meu afilhado. José hoje casado com a Gloria . Sebastião... Ficaram na fazenda Guariroba muitos anos.Nada é muito perfeito nesta família.Porque compadre Zé Avelino bebia muito e me lembro que no ultimo filho que comadre teve, ela passou inventando que veio carregada numa cama ajudado por Arnaldo meu irmão que segurava a mão da comadre e a animava ate o carro que não podia chegar a sua casa.
Com o passar dos anos os filhos deixaram a fazenda para morarem na cidade Arranjaram bons empregos e compraram casas.Comadre Luzia foi morar com uma filha. Numa viagem que fiz a Araxá a noticia de seu falecimento me abalou ,muito . Levei uma coroa de flores para ela colocando o nome de meus pais já falecidos e assisti ao enterro. Será que eu a agradeci muito o que ela fez por nós? Se não, que Deus a tenha dado o descanso eterno.

Seu filho Jose e Gloria moram numa casa confortável e cheia de plantas. E de cada uma recorda os ensinamentos da mamãe e papai para plantá-las. Vi lá feijão, roseiras, begônias, flor de ceda, e tantas outras conhecidas que me fizeram lembrar da Guariroba.
Eu conheci a comadre Luzia. Gloria sua nora foi babá de meu irmão Renato. Hoje já nao existe mais tantas comadres Luzia  no mundo atual.
Aqui em casa a gente tinha a nossa Tonha. Nossa segunda mãe que junto com mamae cuidou de nossa educaçao.
E voces tiveram também uma comadre em suas vidas?

sábado, 2 de fevereiro de 2013

 

Fazenda São João


Que saudade desta fazenda, que na minha infância pensava ser a mais linda de todas .Conforto ? Todos. Luz elétrica que era ascendiam através de botões, que ficavam dentro da espaçosa casa, todos os outros locais que estavam no pomar da fazenda como moinho, monjolo..

Hoje, olhando para trás fica na minha memória uma infância com gosto de céu.

Agora que já sou avó de cinco netos de 25 a 17 anos  e mais um netinho que nascerá neste ano de 2013,vejo o quanto me emociono muito com a vida deles, suas vitórias e passeios  estudos , tudo isto relacionado com as lembranças boas que guardo dos tempos em que freqüentávamos como crianças e adolescentes na casa da minha saudosa e querida vovó Zezé.

Não conheci o vovô Tobias porque ele faleceu muito novo com apenas 38 anos. Posso dizer, que se existe paraíso na terra, ela mora na casa dos avós. Meu avô Emidio e vovó Alice, não tenho grandes recordações, mas com certeza seria do mesmo jeito.

Como era bom ir para a fazenda São João. Mamãe e papai moravam na fazenda Guariroba mais ou menos perto da Fazenda São João. Papai não tinha carro, naquele tempo falávamos automóvel. Tio André ia a cavalo e eu me lembro de ir com ele.Tinha que passar num rio ou numa pinguela de arame. Tinha muito medo mas o meu tio inesquecível, tio André, colocava me na pinguela e me puxava pelas mãos. Lá jogávamos baralho, eu péssima para este jogo, e tio Andre mandava me levantar as cartas e não percebia que na frente dele havia um espelho por onde ele via minhas cartas. Ganhava sempre! Ficava admirada vendo sua memória  sabendo as cartas que estavam comigo Durante o dia vovó que era idosa e fazia crochê, tricô, bainhas  me ensinou a fazer crivo. Só consegui terminar aquele pano de bandeja. Nunca tentei fazer mais nada.

Os outros tio Paulo ,Otavio e José Maria eram tios que eu gostava muito . Eram também estimados pelos meus pais.

Quando eu estava na sala vovó me mostrou a blusa de seu vestido de noiva.Experimentei e ficou certinho  para mim.,Se tivesse idade para casar poderia usar que seria o maior sucesso.

O maior orgulho que eu tinha relacionado a fazenda era saber que em outras , de sobrinhas da vovó, especialmente do lado do vovô não tinham.  Da lagoinha por exemplo não tinham.Estas ,quando passavam os dias na fazenda São João queriam tomar banho toda hora... Até nas horas das refeições, eles se lembravam da banheira e deixavam a mesa  e corriam para  o banho. Nunca vi  este acontecimento que me foram passados pela Andrea, ajudante  da vovó, que sempre estava conosco.

Lembranças que guardo até hoje era ver o jardim sempre florido com tantas variedades de flores perfumadas. No alpendre havia uma trepadeira branca que só ela me encantava com florzinhas brancas muitos  perfumadas. O rego que levava água para o monjolo era todo cimentado  e a água caia em um lugar chamado trapizonga. Era um monjolo com duas peças que socavam ao mesmo tempo milho. Nunca vi este noutro lugar.

Telefone? Havia também e comunicava os moradores da Fazenda São João, São Mateus, e depois a nossa Guariroba. Vovó gostava de fartura e na despensa todas as guloseimas que fazia: goiabada, marmelada, doce de leite, pé de moleque, e biscoitos eram guardados lá. O curral cheio de vacas ,era movimentado, empregados tirando leite  que eram transformados em queijo

Com minha família crescendo, os irmãos e eu também em idade escolar fomos deixando de ir  a Fazenda São João e passávamos as férias na Guariroba.

O tempo passou e hoje vovó falecida há anos, os filhos e noras também mas a Fazenda São João está com minha tia Olga e seus filhos. Olga é pouco mais velha   do que eu e continua bonita  como quando era novinhas.

Por incrível que pareça meus filhos não conhecem aquela linda  e suntuosa fazenda, que foi palco do meu mundo de sonhos.

Hoje, só saudades, mas se Deus  me permitir vou procurar Olga e marcarmos uma visita na fazenda mais encantadora que conheço

 


Estas são palavras de mamãe. Ela escreveu sobre sua infância e juventude para que pudéssemos nos lembrar sempre do passado. Pois a história é uma delicia de ser contada. E nada como ser contada pelos nossos pais.
E vocês sabem um pouquinho sobre a infância de seus pais?
 



sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

 

"Duas ou três coisas que me fizeram muito bem neste ínicio de ano"


“Duas ou três coisas” que me fizeram muito bem neste inicio de ano.
Não costumo ler nas entrelinhas dos blogs, identificando quem são. Só uma vez fiz uma lista e escrevi sobre a cidade de alguns e os países.Simplesmente  leio, comento e nunca preocupei em saber se são importantes, cultos ou dona de casas.
Simplesmente leio!
Mas me aconteceu uma inesperada surpresa! Senhor Francisco escreveu sobre a saudade .
De mim? Até hoje fico  emocionada e feliz!
E quem é ele? Esta na internet. Francisco Manuel Seixas da Costa  é um diplomata português que morou em Oslo , Luanda e Londres -  e, foi nomeado embaixador na França. E também  da UNESCO   E os livros que escreveu? Este Tanto Mar? - Portugal, o Brasil e a Europa (Brasília, Thesaurus, 2008). Vou comprar assim que encontra-lo.
E quem comentou sobre saudades da Monica?
 Dona Helena Sacadura Cabral   Escritora de livros - Aquilo em que Eu Acredito e
O  Tempo e os Afectos. Livros que quero ter a honra de ler assim que consegui-los.
 
 
Isabel Seixas  e Jose Barros ..
 

*      Helena Oneto
*      Consegui entrar e achei linda esta parte:
*        Helena Oneto é filha de Joaquim Humberto da Silva Porto Oneto (na imagem com o filho Bebé na casa da Estrada da Vitória), oficial de Artilharia. Helena vive em Paris há mais de 30 anos.
*        Vivi, com os meus pais e irmãos, em Macau de 1952 até 1958. Só lá voltei em 2006 e, apesar de saber que muito havia mudado, o meu espanto foi enorme. Reconheci sitios, cheiros e o que mais me deu prazer foi ter visto a casa onde vivemos na Taipa. Hoje, é uma das cinco casas museus!"
*    
 Alguns Anônimos  . RMG
 
Anônimo  que escreveu ... em Frances
Anônimo  com poema em rimas..
 Outro blog do Janus ..
*       
 Eu  Monica fiquei  agradecida por tanto carinho. NÃO CONSEGUI ENTRAR NOS BLOGS TODOS. MAS AGRADEÇO A CADA UM OS  SINCEROS COMENTÁRIOS.
 
Como gosto muito de ler e tenho uma tia que repassa todos os livros que  tem.
Estava lendo!
ESTAÇÃO DAS CHUVAS  POR JOSE EDUARDO AGUALUSA
 O autor Jose Eduardo Agualusa nasceu na cidade de Huambo planalto central de Angola a 13 de dezembro de 1960. Estudou agronomia e silvicultura em Lisboa. É jornalista e reside desde janeiro de 1999 no rio de janeiro continuando a escrever nos jornais portugueses.
 Sempre retiro a parte de que mais gostei e coloco  em um caderno de partes preciosas.
Em homenagem ao meu amigo Francisco e a sua equipe de colaboradores que tão bem me fizeram dedico este trecho  deste livro:
§  “Na antiga casa onde eu nasci e fui feliz  para sempre tudo persiste idêntico e perpetuo é a mesma ainda  a luz crepuscular dos quartos. O imenso momento. E nas largas varandas abertas para o mar é o mesmo perfume dos ventos. . Em algum lugar a casa aguarda por mim, por nós . em algum lado a casa mora. Espero. Esperamos  com a secreta ciência  das árvores e dos magos. Uma casa  assim nada, a devora. Nada!"
§   
Comparo esta casa à Portugal e aos portugueses que aqui conheci. Em algum lugar Portugal aguarda por mim, por nós. Em algum lugar Portugal mora. Espero.. Esperamos com a secreta ciência  das árvores e dos magos. Um Portugal assim nada, a devora. Nada!
 
Por isso eu consigo visualizar uma nação cheia de passado mas também cheia de um futuro grandioso, para todos: Embaixadores que tanto prestigiaram o País além de Portugal e as pessoas humildes, e cultas  que souberam  fazer a nação progredir.
 
Com muito carinho o meu até brece!


 

This page is powered by Blogger. Isn't yours?

Assinar Postagens [Atom]